{"id":17544,"date":"2025-10-02T22:35:07","date_gmt":"2025-10-03T03:35:07","guid":{"rendered":"https:\/\/observatoriosinodalidad.org\/?post_type=project&#038;p=17544"},"modified":"2025-10-02T22:40:54","modified_gmt":"2025-10-03T03:40:54","slug":"o-sinodo-esqueceu-as-comunidades","status":"publish","type":"project","link":"https:\/\/observatoriosinodalidad.org\/pt-br\/project\/o-sinodo-esqueceu-as-comunidades\/","title":{"rendered":"O S\u00ednodo esqueceu as comunidades"},"content":{"rendered":"<p><b><i>Por: Jorge Costadoat<\/i><\/b><b><i> *<\/i><\/b><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">2 de outubro de 2025<\/span><\/i><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O <\/span><a href=\"https:\/\/observatoriosinodalidad.org\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Sidodo-2024_Documento-Final_PT.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">Documento final do S\u00ednodo sobre a sinodalidade<\/span><\/i><\/a><b> deixou pela metade a autogera\u00e7\u00e3o da Igreja a partir das comunidades eclesiais de base ou das pequenas comunidades ligadas \u00e0s par\u00f3quias<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. Esta \u00e9 uma car\u00eancia que deve ser sanada. Caso contr\u00e1rio, essas comunidades continuar\u00e3o sofrendo elas mesmas \u2014 e n\u00e3o apenas os leigos considerados individualmente \u2014 o clericalismo que sufoca \u00e0 Igreja.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Visto o documento de baixo para cima, ou seja, a partir das comunidades que constituem uma par\u00f3quia, percebe-se que as conclus\u00f5es tratam mais das rela\u00e7\u00f5es entre as inst\u00e2ncias superiores, podendo as inferiores, no m\u00e1ximo, tirar-lhes poder. <\/span><b>As comunidades podem ocupar um lugar importante no conselho de uma par\u00f3quia. Isso, por\u00e9m, n\u00e3o significa que sejam reconhecidas como tal<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O que est\u00e1 em gesta\u00e7\u00e3o \u00e9 que as comunidades sejam a primeira c\u00e9lula da institucionalidade que as torna poss\u00edveis. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Evangelii gaudium <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">pede que a par\u00f3quia seja \u201ccomunidade de comunidades\u201d (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">EG<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> 28); e Puebla valoriza que as \u201ccomunidades tornem presente e operante o des\u00edgnio salv\u00edfico do Senhor, vivido em comunh\u00e3o e participa\u00e7\u00e3o\u201d (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">DP<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> 617). Essas convic\u00e7\u00f5es teol\u00f3gicas garantem que a vida da Igreja brote desde a base. <\/span><b>A Igreja n\u00e3o \u00e9 uma empresa nem um Estado: \u00e9 fraternidade. Essa fraternidade \u00e9 alcan\u00e7ada na medida em que seus membros agem como adultos capazes de se organizar em comunidade; <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">a comunidade que criaram ou \u00e0 qual passaram a pertencer porque foram aceitos como protagonistas, e n\u00e3o como coadjuvantes.<\/span><\/p>\n<p><b>As pr\u00f3prias comunidades s\u00e3o a Igreja<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. Nelas, a Tradi\u00e7\u00e3o est\u00e1 viva. S\u00e3o o espa\u00e7o em que naturalmente o Evangelho \u00e9 transmitido de pessoa para pessoa. \u00c9 preciso entender que muitas vezes sua exist\u00eancia \u00e9 delicada. As interfer\u00eancias externas as amea\u00e7am de morte ou convertem seus membros em pessoas pusil\u00e2nimes, crist\u00e3os desprovidos de esp\u00edrito prof\u00e9tico.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Insisto: as comunidades sa\u00edram mal no S\u00ednodo. Os p\u00e1rocos conservam um enorme poder sobre elas. Algu\u00e9m defendeu sua autonomia no S\u00ednodo? Elas n\u00e3o t\u00eam interesse em ser independentes. N\u00e3o sei de nenhuma que tenha deixado a par\u00f3quia. Mas <\/span><b>elas querem e precisam ser reconhecidas em sua dignidade e originalidade, e agradecem a ajuda que lhes pode ser dada, porque s\u00e3o fr\u00e1geis. <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">Elas se beneficiam da comunh\u00e3o com as par\u00f3quias, desde que esta n\u00e3o as uniformize com seus planejamentos nem as force a planos que lhes tirem as poucas energias que t\u00eam.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">accountability <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">de que tanto se fala deveria come\u00e7ar dentro das pr\u00f3prias comunidades. Que estas prestem contas ao p\u00e1roco de suas atividades tamb\u00e9m \u00e9 importante, ningu\u00e9m pode contestar isso. Mas, pode ele, por exemplo, ter a \u00faltima palavra na designa\u00e7\u00e3o de suas autoridades? <\/span><b>O p\u00e1roco, antes de fiscaliz\u00e1-las, deve cuidar delas, apoi\u00e1-las e incentivar suas iniciativas para cumprir sua miss\u00e3o de evangelizar seu entorno<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. Assim se \u00e9 uma Igreja \u201cem sa\u00edda\u201d, em vez de um centro de opera\u00e7\u00f5es ou agrupamento de fi\u00e9is, de sat\u00e9lites que giram em torno do sol.<\/span><\/p>\n<p><b>O processo sinodal, apesar desse d\u00e9ficit, \u00e9 um sinal de esperan\u00e7a<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. \u00c9 um grande passo adiante para que a Igreja se constitua como Povo de Deus, que foi a vontade determinante do Conc\u00edlio Vaticano II. Seria necess\u00e1rio que, em coer\u00eancia com esse esp\u00edrito sinodal, fossem introduzidas emendas can\u00f4nicas que permitissem avan\u00e7ar nessa dire\u00e7\u00e3o. Mas o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Documento final <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">do S\u00ednodo n\u00e3o vai suficientemente longe.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O clericalismo \u00e9 exercido contra pessoas, leigos e cl\u00e9rigos, mas tamb\u00e9m contra comunidades inteiras. <\/span><b>O que \u00e9 necess\u00e1rio \u00e9 regenerar a Igreja de baixo para cima<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. Talvez algum dia elas venham a ter voz na escolha do seu p\u00e1roco. Ou, pelo menos, que lhes seja permitido livrar-se de um que as maltrata. Pois alguns p\u00e1rocos cuidam delas paternalmente, mas outros as humilham com atos ou em virtude do mero direito can\u00f4nico.<\/span><\/p>\n<p><b>Quando os leigos forem adultos e as comunidades forem respeitadas em sua originalidade, a sinodalidade come\u00e7ar\u00e1 verdadeiramente<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. At\u00e9 aqui, \u00e9 um desejo que a Igreja \u00e9 chamada a transformar em realidade.<\/span><\/p>\n<p><a class=\"cmsmasters_button\" href=\"https:\/\/observatoriosinodalidad.org\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/O-Sinodo-esqueceu-as-comunidades.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Baixar reflex\u00e3o<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por: Jorge Costadoat * 2 de outubro de 2025 O Documento final do S\u00ednodo sobre a sinodalidade deixou pela metade a autogera\u00e7\u00e3o da Igreja a partir das comunidades eclesiais de&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":13394,"menu_order":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"pj-categs":[7],"pj-tags":[],"class_list":["post-17544","project","type-project","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","pj-categs-reflexiones"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v26.8 (Yoast SEO v27.4) - 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