Por: Francisco de Aquino Júnior
20 de maio de 2025
Resumo
Embora as discussões sobre sinodalidade costumem girar em torno dos processos e das estruturas de comunhão e participação na Igreja, não se pode esquecer o caráter missionário da sinodalidade: comunhão e participação na missão de ser “sinal e instrumento” do reinado de Deus no mundo. Isso deve se concretizar na vida interna da Igreja e em sua presença e atuação na sociedade. Partindo dos números 47 e 48 do Documento Final do Sínodo, “sinodalidade como profecia social”, mostraremos como a sinodalidade não se reduz à vida interna da Igreja nem produz um dinamismo eclesial autocentrado e autorreferencial, mas, pelo contrário, descentra a Igreja de si mesma e a constitui como autêntica “diaconia social” e como verdadeira “profecia social”.
Data de publicação
Abril de 2025
Idioma
Português
Revista
Revista Medellín Vol. LI | N.º 190 | Enero – Junio 2025.
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Sobre o autor
Francisco de Aquino Júnior é um sacerdote brasileiro da diocese de Limoeiro do Norte (Ceara-Brasil). É graduado em Filosofia pela Universidade Estadual do Ceará (UECE), bacharel e mestre em Teologia pela Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE), doutor em Teologia pela Westfäliche Wilhelms-Universität Münster (Alemanha) e pós-doutor em Teologia pela FAJE. Atualmente é professor de teologia na Faculdade Católica de Fortaleza (FCF) e no Programa de Pós-Graduação em Teologia da Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP). Faz parte da equipe de coordenação de Amerindia.
