Dom Luis Marín encoraja o Panamá a “avançar com determinação e coragem” na implementação da sinodalidade

Dom Luis Marín encoraja o Panamá a “avançar com determinação e coragem” na implementação da sinodalidade
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No âmbito da Assembleia Pastoral da Arquidiocese do Panamá, realizada de 3 a 5 de outubro, Dom Luis Marín de San Martín, subsecretário da Secretaria Geral do Sínodo, enviou uma mensagem de encorajamento à Igreja panamenha para viver com convicção a etapa de implementação do processo sinodal.

O processo sinodal desenvolve a eclesiologia do Concílio Vaticano II e visa fortalecer a comunhão com Cristo”, observou o prelado em sua carta, enfatizando que este é um momento decisivo em que “as palavras compartilhadas devem ser acompanhadas de ações”.

Dom Marín reconheceu o compromisso da Igreja panamenha, que desde o início abraçou a sinodalidade “com envolvimento e entusiasmo”, enfrentando dúvidas e resistências, mas também descobrindo “as enormes possibilidades de avançar rumo a uma Igreja coerente e dinâmica, acolhedora e misericordiosa”.

Sinodalidade: dimensão constitutiva da Igreja

O bispo enfatizou que a sinodalidade “é uma dimensão constitutiva da Igreja e se refere ao ser, ao fazer e ao estilo“. Nesse sentido, ele pediu abertura à conversão pessoal e comunitária, revisão das estruturas de corresponsabilidade e difusão de metodologias como “a conversa no Espírito, enraizada na oração”.

Olhando para o período de 2025-2026, o Bispo Marín destacou as três prioridades assumidas pela Igreja panamenha: “Promover a espiritualidade sinodal e implementar sistematicamente a conversação no Espírito; fomentar o acesso real e efetivo de leigos, homens e mulheres, e pessoas consagradas às responsabilidades e funções de liderança que não exigem o sacramento da Ordem; e promover a renovação missionária sinodal das paróquias”.

Ele encorajou os participantes da Assembleia a seguirem em frente com determinação: “Encorajo-os a seguir em frente com determinação e coragem. Da minha parte, reitero a minha disponibilidade e proximidade. Caminhamos juntos”. Ele também confiou os frutos deste processo à intercessão de Santa Maria, a Anciã, “sinal de esperança segura e consolação”.

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