Em um clima de oração e fraternidade, diversos movimentos da Igreja de La Paz se reuniram no Santuário de Schoenstatt para participar do Encontro Sinodal dos Movimentos, um dia marcado pela escuta, pela reflexão e pelo compromisso de “caminhar juntos” na construção de uma Igreja mais acessível e missionária.
O evento foi recepcionado por Monsenhor Luis Durán, bispo auxiliar de La Paz, que convidou os presentes a vivenciarem a sinodalidade como uma experiência de unidade. “Este é um espaço de escuta e comunhão“, disse ele. O evento começou com cânticos e atividades organizadas pelo Movimento Cursillistas de Cristandade, que trouxeram entusiasmo e alegria ao encontro.
Participaram comunidades e movimentos como o Discipulado da Divina Misericórdia (DIMI), Cursilhistas do Cristianismo, Rádio Maria, Pró-Vida, Movimento dos Focolares, Oficina de Oração e Vida, 40 Horas de Oração pela Vida, ANE, Legião de Maria, Movimento de Schoenstatt e Encontro Mundial de Casais. Cada grupo compartilhou brevemente seu carisma e sua contribuição para a vida pastoral da Igreja local.
“Regenerar o nosso ser cristão”
Um dos destaques foi a reflexão de Dom Pedro Fuentes, bispo auxiliar de La Paz, que refletiu sobre o significado do caminho sinodal e nos convidou a “regenerar nosso ser cristão” por meio da participação ativa na vida da Arquidiocese.
Dom Fuentes também explicou os símbolos que acompanham a pintura sinodal neste Ano da Espiritualidade, que destacam figuras emblemáticas da fé boliviana como a Virgem de Copacabana, o Senhor do Grande Poder e o Sagrado Coração de Jesus.
Por sua vez, Monsenhor Percy Galván, Arcebispo de La Paz, apelou a uma vida de fé autêntica e comprometida. “A contribuição dos movimentos é muito valiosa porque fortalece a verdadeira solidariedade e a amizade cristã”, disse, alertando para o perigo de uma “religiosidade hipócrita que se limita às meras aparências”.
Escuta e proximidade
Num gesto de comunhão, os participantes falaram diretamente com os quatro bispos da jurisdição: Dom Percy Galván, arcebispo, e os bispos auxiliares Luis Durán, Pedro Fuentes e Basilio Mamani.
Este espaço permitiu que os leigos compartilhassem suas preocupações, inquietações e propostas, fortalecendo o processo sinodal e consolidando uma identidade baseada na proximidade e no serviço.
O dia concluiu-se com um momento de profunda espiritualidade: a adoração eucarística, presidida por Dom Basilio Mamani, durante a qual os movimentos consagraram os seus corações ao Sagrado Coração de Jesus.
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